segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Ruas desertas

 Entre ruas desertas, a solidão a vagar,

Na porta do bar, o eco do passar.

Velhos sonhos perdidos, sem encontrar lar,

Almas destrocadas, a se lamentar.


No silêncio das noites, a tristeza a espreitar,

Entre copos vazios, memórias a recordar.

Caminhos tortuosos, difícil de encarar,

Mas na escuridão, a luz a brilhar.


Em cada esquina, uma nova jornada a começar,

A esperança renasce, pronta para caminhar.

Ruas desertas testemunham a transformação,

E as almas destrocadas encontram redenção.


Noites de solidão

 Noite de Solidão


Noite silenciosa, o céu a cobrir,

Solidão que abraça, difícil de fugir.

Fotografias guardam risos e dor,

Memórias de almas, um eco de amor.


Ruas sem vida, sombras a passear,

Passos perdidos, sem um lar pra voltar.

As estrelas miram, distante, a flutuar,

Enquanto minha alma busca um lugar pra ficar.


Neste silêncio profundo, um grito latente,

De almas perdidas, um clamor insistente.

A noite se estende, parte do meu ser,

Mas nessa solidão, eu a


prendo a viver.

Ruas desertas

 Ruas Desertas


Ruas desertas, ecoam passos perdidos,  

Na sombra das almas, destinos esquecidos.  

Putas vividas, histórias a contar,  

Entre risos e lágrimas, a vida a vagar.


Vida sem rumo, o azar em cada esquina,  

Putos a roubar, na dança da ruína.  

Traficar sonhos, consumir a ilusão,  

Um ciclo sem fim, sem redenção.


Sou alma sem corpo, vagando no ar,  

Amor ausente, sem lugar para amar.  

No silêncio da noite, a cidade a gritar,  

Entre sombras e luzes, o coração a pulsar.