segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Ruas desertas

 Entre ruas desertas, a solidão a vagar,

Na porta do bar, o eco do passar.

Velhos sonhos perdidos, sem encontrar lar,

Almas destrocadas, a se lamentar.


No silêncio das noites, a tristeza a espreitar,

Entre copos vazios, memórias a recordar.

Caminhos tortuosos, difícil de encarar,

Mas na escuridão, a luz a brilhar.


Em cada esquina, uma nova jornada a começar,

A esperança renasce, pronta para caminhar.

Ruas desertas testemunham a transformação,

E as almas destrocadas encontram redenção.


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