Entre ruas desertas, a solidão a vagar,
Na porta do bar, o eco do passar.
Velhos sonhos perdidos, sem encontrar lar,
Almas destrocadas, a se lamentar.
No silêncio das noites, a tristeza a espreitar,
Entre copos vazios, memórias a recordar.
Caminhos tortuosos, difícil de encarar,
Mas na escuridão, a luz a brilhar.
Em cada esquina, uma nova jornada a começar,
A esperança renasce, pronta para caminhar.
Ruas desertas testemunham a transformação,
E as almas destrocadas encontram redenção.

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