No caderno onde escrevo sonhos,
A caneta dança, traçando amores,
Entre linhas de solidão e anseios,
Desenho o que o coração não tem temores.
Amor, doce luz que ilumina a alma,
Mesmo na solidão, em silêncios profundos,
Teus ecos ressoam, trazendo calma,
E nos cadernos, guardo nossos mundos.
A solidão é só um pano de fundo,
Onde os sonhos ganham vida e cor,
Na caneta, a essência do profundo,
E em cada verso, renasce o amor.
Assim, entre as páginas da existência,
Escrevo e reescrevo, em eterna criação,
Numa dança de sentimentos e consciência,
O amor, a solidão, e a vida em canção.
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