quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

Vida

 No caderno onde escrevo sonhos,  

A caneta dança, traçando amores,  

Entre linhas de solidão e anseios,  

Desenho o que o coração não tem temores.  


Amor, doce luz que ilumina a alma,  

Mesmo na solidão, em silêncios profundos,  

Teus ecos ressoam, trazendo calma,  

E nos cadernos, guardo nossos mundos.  


A solidão é só um pano de fundo,  

Onde os sonhos ganham vida e cor,  

Na caneta, a essência do profundo,  

E em cada verso, renasce o amor.  


Assim, entre as páginas da existência,  

Escrevo e reescrevo, em eterna criação,  

Numa dança de sentimentos e consciência,  

O amor, a solidão, e a vida em canção.  

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